
Automação definida pelas rotinas da operação. em São Paulo
Automação predial, industrial e residencial parte dos sinais, das interfaces e de quem vai operar os sistemas no dia a dia.
Escolha o escopo que corresponde à sua necessidade.
Automação predial
A automação começa pelos pontos que precisam de controle e por quem irá operar o edifício no dia a dia.
- Iluminação e rotinas do edifício
- Acesso e estados monitorados
- Lógica de operação e contingência
Automação industrial
A automação industrial traduz o processo produtivo em uma lógica que operação e manutenção conseguem compreender.
- Sinais e sequência do processo
- CLP, redes e supervisório
- Testes de lógica e comissionamento
Automação residencial
A automação residencial deve simplificar rotinas sem tornar a casa dependente de um aplicativo ou de uma conexão.
- Cenas e comandos de iluminação
- Acesso e funções integradas
- Infraestrutura para expansão
Uma entrega de engenharia para apoiar a próxima decisão.
Sinais, redes, painéis e interfaces organizados para a operação real.
Sequências, alarmes, intertravamentos e comandos definidos.
Testes de funcionamento e contingência antes da entrega.
Diagramas, registros e orientações para manutenção e expansão.
Demandas que podem ser avaliadas junto com esta frente.
O que normalmente é definido antes da proposta.
É possível automatizar um sistema existente?
Depende do estado da instalação, dos equipamentos e da documentação disponível. O levantamento define o que pode ser reaproveitado.
O que é entregue ao final?
A entrega varia conforme o escopo e pode incluir diagramas, lógicas, registros de teste e orientações de operação.
A automação mantém comandos manuais?
Quando aplicável, a lógica considera contingência e modos de operação compatíveis com a necessidade do sistema.
Vamos avaliar a necessidade da sua operação?
Envie o contexto da unidade e os documentos disponíveis. A conversa começa pela definição técnica do escopo.
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